quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
ligo-te logo, quando sair
às vezes acontece-me reparar que amanhece cedo, em demasia, dizes tu e as janelas da manhã são ainda húmidas. e hás-de ter os teus motivos, eu não digo que não. mas lamento discordar tão profundamente de ti. quando um dia escrever para ti uma carta hei-de dizer-te que amanhece à hora certa, tal como anoitece à hora certa e da mesma forma como entardece à hora exacta. hei-de arranjar uma forma bonita de te contar que a certeza está em ti e não no tempo. mas agora não posso, que tenho medo.
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